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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026
Paulo Moraes desmonta o, Talentos do Futuro, inventa o Construindo Campeões e transforma o esporte em balcão eleitoral

Política

Paulo Moraes desmonta o, Talentos do Futuro, inventa o Construindo Campeões e transforma o esporte em balcão eleitoral

Programa que substituiu o Talentos do Futuro é acusado de perder caráter social e virar moeda eleitoral.

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O que antes era um programa social de referência virou um projeto esvaziado, desfigurado e usado como moeda de troca política. Paulo Moraes Júnior, à frente da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), reduziu pela metade o alcance do antigo Talentos do Futuro, trocou o nome para Construindo Campeões e cortou benefícios fundamentais para os alunos.
 
Estrutura desequilibrada e vaidade do titular
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A Semtel hoje não funciona como secretaria, funciona como palco para a vaidade do “super secretário” Paulo Moraes.
 
Cássio Moura, que deveria comandar o esporte, é isolado e deixado sem condição de trabalho porque não representa apoio político. Sendo assim, recebe um excelente salário para fazer absolutamente nada. Hoje, sem função efetiva, é só mais um servidor que ganha dinheiro público sem esforço. Só mais um, pois nessa gestão há vários.
 
Aleks Palitot ganhou carta branca de Paulo e é quem assina contratos, convênios e responde pela secretaria. Mas, falando a verdade, não é carta branca: é intimação diária. Ou assina, ou “procura outro local”. Ele tem assinado contratações inclusive do esporte, responsabilidade de Cássio, mas Paulo não deixa Cássio trabalhar. Palitot, que já foi vereador por dois mandatos, reduziu-se a fazer aquilo que Paulo quer e não tem coragem de fazer. É de se preocupar: um professor sério, inteligente e respeitado ainda pode enfrentar dificuldades jurídicas por conta dos processos assinados pelo secretário medroso.
 
Paulo Moraes, ineficiente e sem preparo, passa mais tempo em agendas de outras pastas, Saúde, Agricultura e Obras, tudo para aparecer e tentar se projetar para 2026.
 
Enquanto isso, o esporte, que deveria ser prioridade, é tratado como figurante.
 
Da inclusão social ao abandono
 
Em 2024, o Talentos do Futuro atendia mais de 2 mil jovens, oferecendo uniforme completo, chuteira, bolas, redes, cones e alimentação. Para muitas famílias, o programa era sinônimo de dignidade, disciplina e até da única refeição do dia.
 
Agora, rebatizado de Construindo Campeões, atende menos da metade e perdeu totalmente sua essência social.
 
O caso Real Porto, no Morar Melhor
 
Na escolinha Real Porto, com 250 alunos, antes havia uniforme, alimentação e material esportivo. Hoje, restou apenas uma bola. É a imagem do abandono e do descaso da Prefeitura de Porto Velho com o esporte comunitário.
 
Quadras e materiais como moeda política
 
Até as quadras públicas viraram instrumento eleitoral: só podem ser usadas se houver compromisso político com Paulo Moraes. A denúncia é clara: quem quiser quadra, uniforme ou qualquer apoio da secretaria precisa antes se alinhar ao projeto eleitoral do titular da Semtel.
 
O que deveria ser política pública virou moeda eleitoral.
 
Portaria e omissão deliberada
 
A Portaria nº 87/2025/SEMTEL comprova a farsa. Paulo terceirizou a caneta para Palitot porque não tem coragem de assinar nada e porque quase não aparece na secretaria. Enquanto Palitot carrega o peso da gestão, Cássio foi esvaziado e Paulo segue apenas em agendas midiáticas.
 
Viagens para uns, espera para outros
 
Sobram recursos para bancar viagens de servidores do alto escalão e diretores próximos a Paulo Moraes e Aleks Palitot. Enquanto isso, professores, atletas e até o apoio operacional da Semtel, que seguram o dia a dia dos programas sociais, esperam semanas e até meses para receber uma simples diária.
 
Um exemplo gritante é o do Festival de Praia de Jaci Paraná: até hoje, quem trabalhou no evento não recebeu suas diárias. Ao mesmo tempo, servidores amigos da cúpula já estão de malas prontas para mais uma viagem paga com dinheiro do contribuinte, viagens que não trazem qualquer resultado prático para o esporte ou para a população.
 
Quem perde é o povo
 
O resultado é devastador:
•Crianças sem uniforme, sem refeição e sem esporte.
•Professores sem apoio.
•Times comunitários barrados das quadras se não aceitarem se curvar ao projeto eleitoral.
•Famílias abandonadas pelo poder público.
 
A Semtel, que deveria ser motor de inclusão social, virou apenas trampolim político e palco de vaidade.
 
E mais: fontes confirmam que no Distrito de Vista Alegre do Abunã, em Extrema, Nova Califórnia e na Aldeia Kaxarari, as crianças atendidas pelo programa Construindo Campeões já não recebem mais nem lanche, muitas vezes a única refeição do dia. A prefeitura não manda uniforme, não manda material, não manda transporte. A van que atendia a comunidade foi recolhida e jogada no pátio da secretaria.
 
Enquanto falta o mínimo para as crianças da ponta do Abunã, sobra dinheiro para pagar diárias e passagens para trazer parente de Jorge Teixeira do Rio de Janeiro para Porto Velho, tudo pago pelo povo. Esse é o retrato do descaso e da prioridade invertida do “super secretário” Paulo Moraes: dar as costas para os filhos desta terra e gastar recursos públicos em favor próprio e de seus aliados.
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