Na prática, o contribuinte vai pagar duas vezes: paga nos impostos que financiam a estrutura e paga novamente para poder usar. É uma decisão que causa indignação e levanta questionamentos sobre prioridades e sensibilidade social em um momento em que muitas famílias sequer conseguem oferecer um Natal simples aos filhos.
Nos anos anteriores, todas as atrações natalinas eram gratuitas e garantiam que crianças de todas as classes sociais tivessem acesso ao lazer. Este ano, porém, crianças carentes podem ficar de fora de uma atração que já consumiu quase dois milhões de reais dos cofres municipais. A exclusão não é apenas simbólica, é concreta.
O vereador Marcos Combate denunciou a situação nas redes sociais e afirmou que vai fiscalizar e cobrar que o serviço seja oferecido de forma gratuita, como vinha sendo feito em gestões anteriores. Ele reforçou que o dinheiro é público e que o acesso também deveria ser.
A decisão da prefeitura abre uma discussão necessária sobre como recursos públicos estão sendo usados e quem realmente está sendo priorizado.
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