Moradores que dependem de medicamentos da rede pública de saúde foram surpreendidos na manhã desta semana ao encontrarem a farmácia de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) fechada em Porto Velho.
No local, um aviso simples colado na parede informava que o atendimento estaria suspenso durante o período da manhã, com retorno apenas às 13h. A situação gerou revolta entre pacientes que acordaram cedo, muitos em jejum ou enfrentando dificuldades de locomoção, e acabaram dando viagem perdida.
A falta de comunicação prévia e a ausência de alternativas para a população levantam questionamentos sobre a organização e a gestão do serviço. Para quem depende exclusivamente da rede pública, a interrupção no acesso a medicamentos pode significar agravamento de quadros de saúde e riscos desnecessários.
Relatos apontam que não houve qualquer orientação antecipada ou suporte aos usuários que chegaram à unidade durante o período em que a farmácia permaneceu fechada.
O episódio reforça um problema recorrente enfrentado por moradores da capital: a dificuldade de acesso a serviços básicos, mesmo em situações que exigem continuidade e previsibilidade, como a entrega de medicamentos.
A população cobra explicações e medidas para evitar que situações como essa se repitam.

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