Portal de Notícias - Sua fonte de notícias na cidade de ...

Quinta-feira, 16 de Abril de 2026
Cuba denuncia interferência eletromagnética no espaço aéreo da Venezuela

Geral

Cuba denuncia interferência eletromagnética no espaço aéreo da Venezuela

Chanceler cubano disse que ação faz parte "da agressão militar e da guerra psicológica" dos EUA contra o território venezuelano

IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, disse neste sábado (29) que o espaço aéreo do Caribe, especialmente da Venezuela, tem sido alvo de interferência eletromagnética dos Estados Unidos.

Os EUA têm reforçado a presença militar americana nas águas do Caribe e do Pacífico, sob a justificativa de combater o narcotráfico. Nos últimos meses, as forças americanas realizaram vários ataques contra barcos que supostamente estariam levando drogas na região.

O governo americano acusa o alto escalão do regime da Venezuela, inclusive Nicolás Maduro, de estar ligado ao Cartel de los Soles, suposto grupo criminoso designado como organização terrorista pelos EUA. Caracas nega as acusações e até mesmo a existência do grupo.

Publicidade

Leia Também:

Na rede social X, antigo Twitter, o chanceler cubano disse que a interferência eletromagnética “faz parte da escalada da agressão militar e da guerra psicológica contra o território venezuelano, com o objetivo de derrubar pela força o governo legítimo dessa nação irmã”.

Denunciamos persistente interferencia electromagnética en el Caribe, particularmente sobre el espacio aéreo de #Venezuela, provocada por el ofensivo y extraordinario despliegue militar de #EEUU en la región.

Forma parte de la escalada de la agresión militar y la guerra… pic.twitter.com/hilia2oq2T

 

— Bruno Rodríguez P (@BrunoRguezP) November 29, 2025

 

Neste sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que as companhias internacionais devem “considerar fechado” o espaço aéreo da Venezuela. A autoridade de aviação americana já havia emitido um alerta de risco de segurança ao sobrevoar a região devido ao aumento da atividade militar.

Várias companhias aéreas anunciaram a suspensão dos voos internacionais para o território venezuelano após o alerta dos EUA. Caracas exigiu que as operações fossem retomadas em até 48h, mas a pressão não surtiu efeito. Em resposta, a Venezuela revogou a licença de seis companhias aéreas para operar no país – entre elas, a Gol e Latam.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
Comentários:

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!